


Oi gente, primeiro post de 2008 ^^ Você de fora pode pensar que o RG (Raimundo Gurgel) é uma escola normal, mas é aí que você se engana meu querido. Eu dei a escola o apelido de Escola Zoológico Hospício Monsenhor Raimundo Gurgel, e esse apelido é mais que perfeito para ela. Eu li ou ouvi em algum ligar que um blog é como um diário virtual, só que você quer que os outros leiam, talvez porque você precise ser ouvido, mas não consegue gritar. Fiz esse texto porque... Nem sei o porque, acho que preciso mostrar como eu mi sinto. Capítulo I – Primavera sem perfume de flores
Antes de mais nada, feliz 2008 para todos, muita paz e felicidade. Agora vamos ao que interessa: Minha desgraça de fim de ano. É uma desgraça mesmo, foi horrível, eu e minha familia viajamos pra Tibau, que passou a ser Mossoró 2 ¬¬ Odeio praia. Logo eu tive que acordar cedo, e eu odeio acordar cedo, viajamos e finalmente chegamos, até que a casa não é tão mal, foi o que eu pense, até entrar na casa, estava imunda. Eu e Amanda lavamos praticamente a casa inteira. Depois chegaram mais gente, minhas "primas" e minha "tia", não são bem da minha familia XD Elas só estavam esperando que agente limpasse tudo... Ah, a menina trouxe um cachorrinho ^^
Primeiro dia, como eu imaginava, foi um saco. Ah, e eu não contei o melhor, a tv não pegou, muito menos a parabólica T.T Ainda bem que o DVD pegou. A noite fomos pra festa de fim de ano que um amigo do meu pai chamou, foi tão chato ¬¬
Segundo dia eu acordei cedo ¬¬ Não quis ir pra praia e fiquei com minhas primas, Amanda foi com meus pais, meu irmão e minha tia. Foi o pior dia, a maior chatisse, fiquei assistindo DVD. Eles chegaram e tinha mais duas pessoas com eles O.O A tarde eles foram embora e só ficamos meus pais, eu, o pirralho e Amanda ^^ Tava contando as horas para ir embora dali.
Terceiro dia eu fiquei deitada na rede até tarde contando as horas para chegar 4 horas e irmos embora. Tive que ir para a praia, ficamos em uma pousada, mas eu não tomei banho, não gosto muito. Eu e meus pais conversamos sobre a viajem a Fortaleza, acho que sabem que estou virando uma otaku *-* SANA fest 2008 Fortaleza, vai ser muito maneiro, eles concordaram se eu tivesse alguém lá no evento que eles conhecessem, pra tomar conta de mim ¬¬ Vou pedir a Joy-sensei, espero que ela deixe eu ficar com eles, mas eu vou ficar mesmo na casa da minha tia e com o Dan-kun, um amigo ^^ Então comemos uma comida que eu odiei, falamos sobre vim emobora, queriam vim no outro dia de manhã, eu quis a tarde, e meu irmão quis a segunda, mas isso é impossivel, eu tava super-entediada ¬¬ Acabamos voltado a tarde ^^
Cheguei ontem por volta das 6 horas, ainda bem ^^
Até a proxima, aí eu vou falar como foi legal o SANA *-*
- Postado por: Renata-Isabel às 15:07
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Um dia na escola RG
A tarde começa assim: Douglas, Pablo e Dávila se encontram comigo aqui em casa e nós vamos juntos pra escola, às vezes vem mais alguém e às vezes um deles não vem. No caminho fazemos a maior cachorrada, coisas que até Deus duvida. Chegando lá, entramos e nos sentamos perto das janelas esperando que o portão que dá acesso às salas abra, chega o resto da turma e mais alguns que não são necessariamente da turma, e mais cachorrada. Quando entramos, tem Creuza no portão gritando com todo mundo porque tá sem farda ou com a calça curta, ou de capri ou bermuda.
Brincamos mais um pouco na porta da minha sala (digo da minha porque não somos todos da mesma sala), sentados nas cadeiras que ficam do lado de fora, ficam lá porque chegaram mesinhas novas e colocaram as carteiras sem mesinha lá fora. Quando o sinal toca demora mais ou menos dez minutos pra cada professor ir pra sua sala, e é de um em um. Finalmente, depois de muita luta, entramos pra sala de aula, mas lá no RG nós não estudamos, nós vamos pra aula, é bem diferente. Depois de quase meia hora de aula chega metade dos alunos, entram, deixam os cadernos e saem novamente. Na segunda aula eles voltam e formam a turma do centro, nem é a turma do fundão, a turma do fundão é quietinha, lá é a turma do centro, todos sentados na mesa é claro, e os professores pedindo para sentar na cadeira.
Quando o professor sai da sala, e isso é sempre, começa a guerra, na verdade quando eles estão também tem, mas é mais quando eles saem. Tem dois ventiladores na sala, mas os meninos queimaram um jogando bolinhas de papel e pedras que eles pegam do lado de fora, dentro do ventilador, esse não funciona mais, agora eles tentam quebrar o outro, sempre jogando as bolinhas no ventilador e subindo nas mesinhas pra tirar e pôr novamente, fazem isso a tarde toda. E tem a guerra pra ver qual lado da sala fica com o ventilador, já que o outro quebrou e a nossa é uma das salas mais quentes do RG. É a maior gritaria, o maior bate-boca, pra ver pra qual lado fica virando o ventilador. Geralmente os professores desligam, mas eles não agüentam o calor e ligam de novo, e até esquecem do ventilador e voltam a conversar com o de trás e o de lado, ou com a fila inteira. Tem janelas, é claro, quebradas, mas não fazem vento. Eu, graças a Deus, fico na porta.
Ah, ia esquecendo dos constantes sumiços de cadernos e livros, é claro que de canetas também, mas as canetas nunca reaparecem, sei porque roubaram as minhas canetas brilhosas coloridas. Arrancamento de capas é uma das modalidades mais disputadas da escola, toda aula arrancam uma capa de livro, ou até as páginas do livro do outro, Mikael esconde o caderno dele debaixo da minha mesinha com medo que arranquem a capa do caderno dele, ou escondam. Nas aulas de português é onde mais some cadernos, eles reaparecem depois, com folhas faltando ou a capa. No intervalo também arrancam muitas folhas. Roubar adesivos também se faz, mas já é ultrapassado e funciona mais no começo do ano com alunos novos, os experientes arrancam e deixam em casa.
O intervalo é muito legal, tem briga às vezes, isso é divertido. Pra fazer os alunos voltarem pra sala depois é que é difícil, e nas ultimas aulas não sobra quase ninguém assistindo aula. Tome cuidado ao sair da escola pra não levar uma dedada, por isso eu não saio junto com a bagunça, deixo pra sair depois.
Ah, esqueci de mencionar que a vice-diretora (a diretora de lá é anônima, quase não se vê ela lá), as vezes a supervisora e umas pessoas que eu nem sei o que fazem na escola, estão quase se matriculando na minha sala, estão constantemente lá brigando com os meninos.
Isso é só um breve resumo pra você saber que o RG não é uma escola normal. Depois eu acho que vou narrar um dia de aula inteiro, porque aqui não deu pra falar muito. É, acho que um outro dia eu narro um dia interessante na escola. Tchau.
- Postado por: Renata-Isabel às 21:30
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Simplismente Eu!
Bom, primeiramente eu tenho que dizer que a minha vida é... Estranha talvez. Entre 14 à 16h por dia eu mi sinto mal, nas outras horas eu estou o meu quarto, dormindo, ou tentando dormir, às vezes é menos tempo porque eu escrevo, e quando eu escrevo nada pode mi abalar, eu experimento os mais diversos sentimentos, isso é ótimo, eu adoro escrever. E tem também os meus “amigos”, mas eu descobri, de forma um tanto inesperada, que a presença dos meus amigos já não mi causa mais aquele sentimento de alegria, às vezes sim, mas não dura muito, é como de tivesse um vazio dentro de mim que aumenta a cada dia. Eu sou uma pessoa estranha.
Antes eu adorava conversar com meu pai, era divertido, mas agora eu sou obrigada a falar com ele, é horrível. Mi faz sentir triste. Eu não suporto mais o meu irmão. O simples som da voz dele mi faz odiá-lo como a ninguém no mundo. Estar em casa é como estar no inferno, prefiro estar em qualquer outro lugar. Os únicos lugares em que eu mi sinto bem em casa são o meu quarto e na cadeira de frente para o pc.
A maioria das vezes eu ignoro esses sentimentos e finjo que está tudo bem, mas não está. Queria que eles perguntassem, mas não se importam comigo, e eu responderia que estava bem.
A cada dia esse vazio fica maior, é tão grande que mi pega em momentos diversos. Mi bate uma depressão que é tão profunda a ponto de mi fazer sair de onde estou, meus olhos se enchem de lagrimas, e é como se uma força violenta e insaciável apertasse meu coração, mi dá um frio da barriga e às vezes dor de cabeça. Vontade de escrever. Vontade de conversar com alguém. Vontade de ser outra pessoa, ou pessoa alguma.
Em horas assim eu preciso ouvir minhas músicas, músicas com letras e sons violentos, que acompanha o meu transtorno. Às vezes músicas tristes que contam a minha história em rima, como Perfect ou Welcome to my life, do Simple Plan. Eu preciso ser ouvida, preciso ser vista, preciso mi sentir querida. Queria um abraço, ouvir eu te amo de um amigo. Os amigos que eu amo nem se importam muito comigo. Os amigos que eu preciso estão mi ignorando. Eu não escuto eu te amo, nem mi dizem que eu faço a diferença na vida de alguém. Nesse momento é assim que mi sinto. Eu não mi sinto ninguém.
Estou na cozinha escrevendo isso, pensando em amigos que quando lerem, se lerem, acharam que é mentira, pois aparento ser uma pessoa alegre. Eu tenho minha própria vida, meus próprios problemas, minha própria dor, mas isso não importa a mais ninguém, só a mim.
E esse vazio é meu carrasco. Ele mi machuca 24horas por dia, quando assisto animes ele mi deixa. Queria estar naquele mundo onde existem amigos, amores e aventuras. Mas minha realidade mi obriga a por os pés no chão, mesmo que eu não queira acordar do meu sonho, a dor mi trás ao chão.
Não consigo dizer essas palavras, então as estou escrevendo. Mas saibam, queridos amigos, essa é Renata Isabel, a alegra, que sonha em sair do Brasil, que sonha com o impossível. A louca.
Essa sou eu, essa é minha dor, esse é meu vazio. Amo vocês.
- Postado por: Renata-Isabel às 22:57
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Lágrimas e Sorrisos
Sim eu mudei o nome, agora é Lágrimas e Sorrisos.
Era primavera, os pássaros cantavam uma linda melodia, as flores desabrochavam de diversas cores colorindo os jardins aquela manhã, azuis, rosas, violetas, vermelhas... O dia estava claro, o calor estava ideal, todo esse cenário era convidativo a um passeio pelo jardim, a beira do lago, principalmente se estivesse falando da praça da cidade, uma linda praça, essa manhã completamente cheia, mas, como era imensa, havia espaço o suficiente para todos se acomodarem.
Ela abriu os olhos devagar, ainda estava de férias e, por incrível que pareça, aquilo não era motivo de comemoração, muito menos para tristeza, não tinha importância. As paredes de madeira de seu quarto eram quase invisíveis por trás dos diversos pôsteres de bandas de rock e de animes, ou atrás de desenhos em cartolina e até mesmo em papel. Um computador estava posto em um canto, em cima do mesmo móvel uma televisão, mas o que parecia ser mais usado era a pequena escrivaninha com um cesto-de-lixo cheio ao pé, em cima um caderno e alguns rabiscos em folhas quase em branco.
Sentou-se na cama e coçou os olhos, os lisos cabelos pretos lhe caindo no rosto com uma grade franja. Pôs-se de pé, foi ao banheiro, tomou banho e se trocou. Penteou o cabelo de frente ao espelho, passou camadas e mais camadas de lápis preto sob os olhos e uma forte maquiagem, realçando seus olhos castanhos, que pareciam pretos. Pôs uma fita no cabelo, diferente das outras meninas de sua idade não era azul, verde, ou a favorita rosa, era preta. O preto lhe agradava, não sabia porque, mas ele era uma espécie de desabafo, gostava de dizer que era a forma de expressar seus sentimentos, mas era mais que isso.
Causou o tênis, pegou a mochila e saiu do quarto, trancando-o em seguida, não sabia porque o fazia, ninguém nunca entrava lá mesmo. Desceu as escadas e foi até a cozinha, seu café da manhã estava na mesa, sua mãe estava lá, de costas para ela, nem mesmo se virou para dar “bom-dia”, já estava acostumada com isso e, sinceramente, preferia que ela não se virasse, pois sempre que ela parava de fingir que ela não existia era para discutirem, geralmente sobre a anormalidade da filha, sua mãe a considerava anormal, aquilo já não a magoava mais.
Terminou se café e saiu de casa sem dizer para onde ia, sem falar com ninguém, até porque não sabia para onde ia, só queria sair dali. Não queria ir para a biblioteca,lá todos a olhavam torto,não queria ir para a escola,estava de férias e não se enquadrava no grupinho que ficava lá na quadra mesmo nas férias,também não queria ir para o jardim no centro,todas aquelas pessoas felizes lhe provocavam uma sensação que não gostava de sentir,ela considerava felicidade um sonho inalcançável e ver aquelas pessoas que conseguiram isso lhe deixava de certa forma furiosa,sabia que era errado odiar alguém por ele ser feliz,mas não conseguia evitar.Ñ tinha para onde ir,ñ tinha com quem ir,então simplesmente começou a andar,iria até onde seus pés lhe levassem.
No caminho para um lugar que não sabia onde ficava tirou um livro da mochila,um grande livro de capa marrom,muito bonito,mas que exigia incrível paciência para lê-lo.Assim não percebeu que seus pés estavam lhe levando para o lugar onde não queria ir.O jardim.
Ñ fazia idéia de pq ñ tinha amigos, ou deporque ñ conversava com ninguém,talvez isso se devesse ao fato de que seus pais a odiavam,como se ela fosse um castigo a eles.Uma praga.Não tinha mais seu pai,isso não fazia diferença,se tivesse conversado com ele dez vezes eram muitas,às vezes esquecia seu nome.Morava com sua mãe,padrasto e a filha dele,sua meia-irmã,estudavam na mesma escola,porém em turmas diferentes,ela era mais velha e muito popular,sempre fingia que não a conhecia.Seu padrasto também não gostava dela,quando estavam no mesmo cômodo ele falava com sua mãe sobre ela,como se não pudesse ouvir,chamava-a de estranha,esse era o apelido mais razoável,ele era rude e incrivelmente grande,se orgulhava da filha biológica.Sua mãe só falava com ela para discutir sobre algo,como o dinheiro que ela gastava comprando folhas,cartolinas,pôsteres,e coisas do tipo,mas ela ganhava o dinheiro sozinha,não tinha porque dar explicações,desenhar era seu passatempo favorito e já ganhara vários concursos.Sua mãe era muito jovem e bonita,mas ela era má,ou é o que ela achava.
Tinha uma pessoa com quem ela gostava de conversar.Era seu professor de Filosofia.Ele ñ ensinava somente isso,mas todas as matérias consideradas inúteis.Ele era muito simpático e engraçado,um homem jovem que dizia ter muita experiência de vida,era alto,forte e muito bonito,tinha olhos negros e misteriosos,como sua voz grave,quase sempre vestia preto, falava coisas engraçadas quando lhe perguntavam o porquê.Tinha o cabelo azul–ele dizia que era preto natural,mas ninguém acreditava–,desarrumado,às vezes deixava crescer e fazia um rabo-de-cavalo ou uma franja.Gostava dele porque ele tratava a todos como iguais,e ele também era só,era órfão e tinha crescido em um orfanato,ele fazia esse fato tão triste ser engraçado.Mesmo adorando o seu professor não conversava muito com ele,nesses três anos que ele fora seu professor só falara com ele a sós umas cinco vezes.Seu nome era Kawazuma Yue,esse foi o nome que lhe deram no orfanato,pois o encontraram em uma noite de lua cheia,foi o que ele lhes disse.Às vezes queria que sua mãe tivesse casado com ele,e tinha uma ligeira impressão que ela também,Yue era bem mais bonito que seu padrasto,Yukishiro Kenshin.
Sua meia-irmã se chamava Yukishiro Sakura,não gostava desse nome,era muito comum.O nome da sua mãe antes era Kato Takius,agora é Yukishiro Takius.Sinceramente,o nome de sua mãe não lhe importava.Seu pai de verdade,que não estava mais entre eles,se chamava Kato Takeshi,achava o nome Kato horrível.A única coisa boa em ter Kenshin como padrasto era ter herdado o nome Yukishiro.
Enquanto todos de sua família podiam ser considerados normais,ñ era assim com ela.Sua identidade se perdia em noites que passava em claro,desenhado ou assistindo a filmes de terror,às vezes assistia animes,mas na maioria das vezes era apenas para adquirir idéias.Raramente conversava com alguém,quando se sentava à mesa na escola,no intervalo,todos se levantavam,ninguém gostava de ser visto com ela.Fazia parte do fundão na sala de aula,sentava bem atrás,no canto da parede,ninguém sentava lá perto.Quase ninguém a via lá,quase ninguém sabia que ela estava naquela sala de aula,mas o que importa?A ela aquilo já não importava,já tinha sofrido de mais por causa do que os outros pensavam dela,agora já tinha de certa forma se acostumado com a idéia de ser ignorada.
A essa altura ela já caminhava na praça,distraída,quando lia se esquecia de seus problemas,se esquecia do mundo,parecia que a tinham desligado da tomada.Ela apenas andava.
- Ai!
- Ai!
Ela se abaixou e apanhou o livro que deixara cair no esbarrão,quem quer que tenha esbarrado com ela fez o mesmo,para apanhar o livro que trazia em mãos.Os dois se levantaram e cruzaram os olhares.A primeira reação com certeza foi susto.Pareciam estar olhando para si mesmos,só que no sexo oposto.Ele também tinha cabelos negros e uma franja que ia até a ponta do queixo, tinha mais ou menos a mesma altura e idade que ela,tb tinha as unhas pintadas de preto,causavam tênis idênticos(All Star),tb tinha o mesmo tom de pele anormalmente claro que ela tinha,vestia preto como ela,porém ele usava mangas compridas,mesmo com o calor que fazia,eram as únicas pessoas vestidas de preto ali,ele também tinha o semblante sofrido que ela achava quando olhava o espelho,porém,além disso,ele também tinha aparência maltratada.Algo bem diferente entre eles foi à primeira coisa que lhe chamou a atenção:Seus olhos.Ele tinha olhos incrivelmente verdes,nem pareciam seus de verdade,além de verdes eram tristes,tinham um brilho profundo que até lhe assustava.Continuaram em silêncio por um bom tempo,observando um ao outro.
- Desculpe.–disse ele,lentamente e em voz fraca,mas ela não deixou de reparar que ele tinha uma voz muito suave.
- Eu é que peço desculpas,a culpa foi minha estava muito distraída.–disse ela,levantou o livro para mostrar que o lia.
- Estou lendo esse também.–disse ele,mostrou-lhe o livro–Pensei que fosse a única pessoa que lesse isso.
- Também pensei isso quando comecei a ler.–disse com um sorriso singelo,que há muito tempo não aparecia em sua face.
- Se não for atrevimento meu,como você se chama?
- Atsuko,Yukishiro Atsuko.E você?
- Ah,que descuido meu.–disse ele,deu um tapa na testa–Meu nome é Nakamura Yoshiyuki.
Ele mal concluiu a frase e uma bola veio voando em direção a eles,passou entre os dois,por pouco não acertou Atsuko.Alguns segundos depois um garoto veio correndo até eles,passou entre os dois como se eles não estivessem ali e pegou a bola,parou e olhou-os.Era conhecido dela.Um garoto de sua sala que parecia ser muito mais velho do que realmente era,era o maior da turma e um dos mais populares e valentões da escola,mas o verdadeiro motivo de ser popular entre as garotas era que ele era muito bonito.Tinha olhos azuis e lisos cabelos ruivos,porém eram arrepiados,desafiando a lei da gravidade seu cabelo era como espinhos em sua cabeça,lisos e espessos,com um corpo de atleta e sendo o melhor atacante do time de futebol não era difícil conseguir o temor dos meninos e os suspiros das meninas.
Ele chacoalhou a cabeça em sinal de negação,correu para onde os outros estavam,mas eles ainda puderam ouvir ele dizer:
- Esses esquisitões deveriam ficar trancados em casa.
Os dois se entreolharam sem jeito,cada um com sua vergonha,cada um achando que aquilo era culpa de si mesmo,e não do outro.
- Desculpe.Isso deve ter sido pra mim.–disse Atsuko tristemente.
- Não,foi pra mim.Estou cansado de ouvir isso.Essas pessoas não se importam se magoam,e geralmente magoam sim.
- Sei bem como é.
- Você também?–perguntou surpreso.
Ela afirmou com um aceno de cabeça,não era motivo de orgulho para ela e ao que parecia também não era para ele,acreditava não ser para ninguém.Quem se orgulharia de ser um excluído?De ser chamado de estranho várias vezes ao dia?Ninguém bateria no peito para dizer orgulhosamente:“Ninguém gosta de mim”.
Nem perceberam quando começaram a caminhar juntos,mas perceberam que tinham inúmeras coisas em comum.Ambos liam o mesmo livro,como tinham descoberto no encontro,gostavam da mesma banda emo de sucesso em Tóquio,descobriram até que estudavam na mesma escola,mas nunca tinham se visto por lá,tinham a mesma idade e moravam em ruas próximas.Era incrível que nunca tivessem se visto,mas nem um dos dois saía muito de casa mesmo.
Saíram da praça e foram para a biblioteca,sentaram-se à sombra da fonte que ficava no meio da escada,tiraram as mochilas das costas e se sentaram no chão as abraçando.Ficaram calados,se entreolhando,até que ouviram um som estranho.
- Foi o meu estômago.–disse ele,corou drasticamente–Não mi deixaram comer,é muito difícil fazer uma refeição lá em casa,eles parecem leões famintos,quando penso em pegar algo alguém pega primeiro.
Atsuko se sentiu mal apôs ouvir isso,achava que sua vida era horrível,mas depois de conversar por alguns minutos com Yoshiyuki percebeu que a dele era bem pior.Pelo menos ela tinha comida sempre que queria,dinheiro nunca lhe faltava,tinha um quarto com televisão e computador,diferente dele q dormia em um quartinho escuro e úmido no subsolo, pois a casa era cheia de parentes,e ninguém batia nela,ficou horrorizada quando ele lhe disse que já tinha apanhado de chicote do seu tio,ele se apressou a dizer que tinha sido só uma vez,ao ver a expressão de horror no rosto dela.
Ela se levantou e desceu as escadas,ele se perguntou se tinha dito algo errado,se arrependeu amargamente por isso,mesmo não sabendo o que tinha sido,por esses poucos minutos achou legal ter alguém com quem conversar,alguém para dividir o peso que sentia,alguém que lhe entendesse.Já começava a sentir-se mal,isso sempre acontecia com ele,o choro era presente em todos os seus dias,mas ela retornou,sorria,trazia com si,além do sorriso,uma sacola.Ele sorriu também,ela sentou-se ao seu lado novamente e entregou-lhe a sacola.
- Pensei que tinha dito algo errado.–admitiu Yoshiyuki.
- Não,você não disse nada,fui comprar comida.Talvez sua aparência melhore se você comer um pouco.–disse Atsuko,corou quando ele a olhou.
- Minha aparência?–repetiu ele,passou a mão na franja–Por que?Tem algo errado comigo?
- Não!–apressou-se a dizer–Não tem nada de errado com você,só que a primeira vista você parece ser triste.
- Ah tá.–suspirou,agora entendendo–Obrigado,mas não precisava,minha mãe odeia quando eu aceito alguma coisa de alguém,na verdade ela odeia tudo que eu faço.
Ela o olhou tristemente,mas quando ele começou a rir ela riu também,ñ sabia porque riam,simplesmente riam.Ficaram por lá um bom tempo,deram mais uma volta,ela pagou um almoço para eles,ele não gostava que ela pagasse nada,mas ela fez questão,e foram embora quando começou a escurecer,ele a deixou em casa,já que ficava no caminho da sua,e foi embora.Ñ marcaram de se ver novamente porque tinham certeza que se veriam,já que moravam em ruas próximas e estudavam no mesmo colégio uma hora ou outra se encontrariam.
- Postado por: Renata-Isabel às 19:35
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De volta a ativa lol
Nossa faz muito tempo que eu não posto nada aqui hem? Mas eu tive uma ideia muito boa, modestia parte. Vou escrever uma pequena história, tipo uma fic, vou posta-la aqui. Ainda não escolhi um nome certo, tenho um, mas acho q não ficou muito bom, e esse é: As dores do Amor. O que acham? Vou ver se acho um nome melhor. Acho que termino o primeiro capitulo ainda essa semana, vai ser escrito em capitulos. Pequenos, já que aqui não cabem muito grandes, só se eu por 1º parte, 2º parte, tá aí uma boa idéia. Pra falar a verdade eu ainda não defini ao certo como isso vai ser, já sei os personagens e qual o tema, mas o final eu ainda não sei. Vai depender muito.
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Agora, como isso é um blog, tenho que falar um pouco sobre minha vida ¬¬ Tá tudo na mesma. Ei o Dumbledore é gay =D Eu sabia que era, a JK nunca mi enganou.
Eu finalmente terminei de verdade o Magic of School, estava passando pela correção ortografica e teste de qualidade(ñ o teste de qualidade de Dávila, aquele teste estava devagar ¬¬)Um amigo meu, Mô (abreviação de Morais) está lendo, se ele gostar os outros gostam já que ele já é adulto, né? Até agora ele mi disse que está gostando, quando ele acabar é só mandar pra editora e cruzar os dedos. E esperar que meus pais paguem é claro, eu não tenho dinheiro T_____T.
Bom acho que é só isso. Esperem que o primeiro capitulo da história esteja pronto, estou trabalhando nele.
- Postado por: Renata-Isabel às 10:54
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Dúvidas
Mais uma coisinha que eu escrevi ^^
Espero que gostem
Dúvidas
São tantas e tamanhas as dúvidas do mundo. Afinal, qual o propósito da vida? Quem somos nós? O que fazemos aqui? O que se fará da minha vida? O que existe após a morte? Nada? Um intenso vazio? Ou há vida após a morte? Um lugar bonito, cheio de esperança e luz? Existe luz? Existe escuridão? Se não houvesse escuridão haveria a luz? Ou a escuridão é apenas a ausência da luz? Assim como o medo é a falta de coragem? Como o mal é a ausência do bem? O que é o bem e o mal? Como podemos fazer o bem sem saber o que é o mal? É possível isso?...
São tantos os porque’s, tantos os o que’s. O que, o que, o que... Por que, por que, por que... Qual o motivo de tantas dúvidas? Essa é mais um pergunta sem resposta.
O mundo gira, o tempo passa, as memórias se vão, mas as dúvidas prevalecem. Talvez elas não tenham resposta. Talvez as respostas estejam bem na nossa frente e nós não as estamos enxergando. Talvez... Outra palavra que deixa dúvidas. Se usarmos a palavra talvez, é porque não temos certeza de algo, e se não temos certeza de algo, temos uma dúvida. As dúvidas fazem o mundo girar. E se as duvidas não existissem... Todos teríamos certeza de tudo, correto? E se... E se tivéssemos certeza de tudo, isso seria insuportável. E se. Outra coisa que deixa dúvidas.
Já tenho escolhido o epitáfio de minha lápide. E esse será: “O que. Por que. Talvez. E se...”.
O que eu fiz em vida?
Por que eu vivi?
Talvez eu devesse ter feito menos perguntas.
E se tivesse feito mais em vida?
Esses são os significados que essas palavras terão em minha lápide. Nada seria mais expressivo, nada passaria uma mensagem mais certa. A vida é um poço de duvidas inacabável. Essa geração, a geração passada, e a geração futura, têm duvidas, e conseqüentemente vão em busca de respostas. Talvez não devemos obter respostas, isso poderia tirar a graça de viver, isso se tem graça viver. Pra que viver? A vida é cheia de problemas, cheia de complicações. Não. A vida não é cheia de complicações, nós é que vemos e pomos problemas em tudo. E se nós tirássemos todas as barreiras? Esquecêssemos os problemas e vivermos a vida? Tenho a certeza única que tudo seria melhor se isso acontecesse, mas o problema, mais um problema, é isso está longe de acontecer. Do mesmo modo que estamos distantes das respostas de nossas perguntas. Todos nós temos perguntas, todos nós queremos respostas para nossas dúvidas, mas talvez sejam perguntas em resposta, ou resposta que não devemos conhecer. Algumas coisas é melhor agente nem ficar sabendo. Nós, seres humanos, somos muito curiosos, nossa curiosidade pode nos levar a procurar respostas para tudo, e quando não as encontramos, ou inventamos uma teoria de fins científicos ou sem fins alguns, podemos até dizer que aquilo não existe, está lá, vemos que está, mas não admitimos que exista algo na qual nós não saibamos a origem. Nossa curiosidade pode ser um ponto negativo para obtermos respostas, mas também pode nos ajudar. Todos nós temos curiosidades, é típico do ser humano criar perguntas, desde bebês fazemos perguntas para tudo.
Você, que está sentado confortavelmente aí nessa cadeira, ou seja onde for, deve fazer inúmeras perguntas por dia, deve ter muitas dúvidas. Quando se deitar para dormir esta noite pense um momento, várias perguntas você vai se fazer. Talvez a mais comum pergunta seja se você vai acordar de manhã. Será que vai?
- Postado por: Renata-Isabel às 20:22
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Angustia de um escritor
É um estoria que eu escrevi de ontem pra hoje, resolvi postar aqui ^^
Desculpem a baixa qualidade literaria, mas eu escrevi pq estava sem fazer nada.
A noite estava de um breu surpreendente. Chovia, uma chuva que podia ser considerada tempestade sobrenatural. Uma vez por outra um raio iluminava por segundos preciosos o pequeno povoado esquecido pelo tempo.
As ruas inteiramente enlameadas por causa da água da chuva que caia violentamente na pequenina cidade prejudicando o sono de alguns moradores dali.
Em um quarto de uma velha hospedaria um jovem, ainda acordado, sentado defronte a uma mesa, observava impaciente a água da chuva lavando o vidro e ouvia atento o único barulho audível, que era o do vento batendo na janela e ameaçando derrubar a velha hospedaria onde morava a poucos meses. Em cima da mesa apenas um caderno, cujas folhas anda brancas (se se pode chamar de branco aquela cor amarelada), uma caneta, nova, sem ter escrito uma única palavra, e um cinzeiro, este cheio de pontas de cigarro. O quarto, assim como toda a cidade, era escuro, não se via nada, a visão só era utilizável quando um relâmpago enchia os céus e iluminava a cidade, o quarto, e as feições cansadas do jovem rapaz.
Enfiou a mão no bolso, tirou um cigarro, de uma gaveta um fósforo e o acendeu. Aproveitou o fósforo e acendeu uma vela. Olhou novamente o papel em branco, tirou o cigarro da boca, pôs o cotovelo na mesa e apoiou a cabeça na mão, entediado, cansado... O vicio lhe tomava tempo, porém destruía silenciosamente sua saúde, e o mais estranho é que ele sabia disso.
Coçou os olhos e olhou o relógio na parede, ele marcava onze horas, a cidade praticamente fechava as sete da noite. Nem o tic-tac do relógio ouvia para lhe avisar que o tempo passava, o barulho do vento era mais auto batendo nos telhados velhos e fazendo ranger a madeira podre.
- Maldita cidade. – resmungou em um sussurro, se jogou na cadeira e levou o cigarro novamente a boca, o tirando em seguida – O que eu vim fazer aqui?... Inspiração não se encontra em cada beco da cidade, muito menos dessa cidade, deste povoado. – corrigiu.
Ajeitou-se na cadeira, apagou o cigarro, pegou a caneta e olhou em volta de si mesmo. Olhou pela janela e tentou enxergar algo mais que a torre da igreja por entre a água da chuva, ouvir algo mais que o barulho do vento e as gotas de chuva batendo no vidro...
Quando percebeu todos os seus pensamentos estavam voltados em sua vidinha medíocre de escritor anônimo, apegado a um vicio que aos poucos sabia que lhe matava silenciosamente, vivendo de cidade em cidade procurando algo para escrever em seus contos sombrios e realistas, procurando uma idéia genial que lhe levasse a fama e fortuna. Mas boas idéias não entram pela porta de seu quarto pedindo para serem escritas nas paginas de um livro. Elas estão nos lugares mais inimagináveis possíveis.
Algo se acendeu em sua cabeça. Finalmente uma idéia. Talvez não lhe rendesse dinheiro algum, mas pelo menos ele iria ter o que fazer alem de se matar lentamente.
Pegou a caneta e começou a escrever inserto em seu caderno:
“A noite estava de um breu surpreendente. Chovia, uma chuva que podia ser considerada tempestade sobrenatural. Uma vez por outra um raio iluminava por segundos preciosos o...”.
Se você não tem nada para escrever, porque não escrever sobre si mesmo? Grandes idéias iram surgir, aventuras emocionantes, e depois você terá esquecido completamente de você e terá uma grande estória nas mãos.
- Postado por: Renata-Isabel às 21:02
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Missão cumprida
Finalmente eu terminei meu primeiro livro e já tenho planos para o segundo, terceiro... E por aí vai. Vou escrever uma saga, isso se não for acusada de plágio pela JK ¬¬' Mas não ficou assim tão parecido, algumas coisas (a maioria) são comletamente diferentes, mas algumas outras são bem parecidas (tinha q ser já q o primeiro motivo de ter começado esse livro é que em HP ñ acontecia nada do que eu queria), por exemplo, os gêmeos, Magic of School também tem seus gêmeos brincalhões, eles tem muita semelhança com Fred e Jorge Weasley, e outra coisa, lá também é um castelo, mas isso não é minha culpa, tudo que tem a ver com bruxos tem castelos certo? E também o perfil de um personagem muito querido, um de meus favoritos, o Scar (vou adiantando o nome dele), ele é muito parecido fisicamente com o Snape, mas suas personalidades, você nota, vão ficando diferentes ao desenvolver da estória, muito mesmo, embora o Scar seja uma "cópia mais que mal feita" do Snape (tadinhu, se eu falo assim de um de meus personagens favoritos imagina dos que eu não gosto).
Uma amiga minha está mi ajudando em algumas coisas (tenho que sitá-la senão ela mi mata), é a Dávila. Ela mi ajudou com os nomes de alguns personagens e faz tipo o teste de qualidade, ela lê um pedaço (quase nada ela é muito preguisosa) e diz se está bom, mas na maioria das vezes ela diz que não, eu digo que sim, e dá a maior confusão. Ela também estã mi ajudando em uma surpresinha pro segundo, isso se tiver segundo, está nos meus planos.
Eu estou só esperando verba para publicar, quem quizer contribuir eu aceito doações ![]()
Se alguém aí conhece alguma pessoa que desenhe super bem aponto de poder desenhar a capa do meu livro entre em contato comigo, deixe um recado, sei lá. Eu agradeço a colaboração, vocês estão ajudando a realizar meu sonho. Brincadeira.
Estou esperando as doações, nem que sejá um real, mas pratique esse ato de soledariedade.
"Em um lugar desconhecido aos olhos humanos, mas que está mais perto do que todos imaginam, há um mundo totalmente desconhecido e diferente. É um lugar mágico, onde vivem pessoas, criaturas e monstros jamais vistos ou estudados por nossa ciência ou nossos cientistas.[...] A noite estava fria e muito escura, as nuvens carregadas ameaçavam uma grade chuva, a lua lutava por entre as nuvens cinzas para brilhar e oferecer seu lindo brilho para os moradores dali, relâmpagos e trovões enchiam os céus, mas mesmo assim em uma parte da velha cidade se ouviam risos e sons de pessoas que apreciam a noite. O vento era forte e quem via de longe o simpático castelo escondido por entre o denso nevoeiro pensaria que a qualquer minuto ele poderia ir abaixo, mas ele estava muito firme. Poderia se dizer que essa noite não era uma das melhores para famílias passearem pela praça, para falar a verdade não avia ninguém andando pelas ruas, mas ao que parecia os bares estavam cheios e muito animados.[...]" Só um pequeno apelitivo da minha primeiríssima obra Em breve, se Deus quizer, vocês poderam ler todo o livro e aí deixar elogios, e críticas também são bem vindas já que o que faz você crescer são as críticas, os elógios são insentivos que muitas vezes nos dão um empurrãzinho Ontem a noite meu pai veio chamar pra min desligar o pc (era quase meia-noite), eu subi, tranquei o portão, a porta, tirei a chave do quarto do bolso (agora ando com a chave no bolso porque meu "querido" irmãozinho deu pra querer entrar no meu quarto pra deitar na minha cama e assistir minha tv, é mole? Eu odeio quando entram no meu quarto sem eu estar lá ou sem eu ter pedido), pus a chave no buraco da porta, mas cadê a chave entrar? Empurrei, sacudi a porta, olhei por dentro do buraco (o que eu esperava ver? Um olho mi olhando? A outra chave que fica dentro do quarto lá?)... Depois de muita luta acabei acordando meu pai, disse que a chave não entrava, ele achou que fosse a tranca que tinha subido ¬¬ Eu disse a ele que era um prego. Ele, resmungando, pegou um négocio pra bater e um prego grande (queria uma chave-de-fenda, mas não tinha), afastou o prego, quase quebrou o buraco da porta, mas eu consegui entrar. O prego ainda tá lá, ele vai tirara mais tarde, eu já tentei, mas não saiu. Advinha quem pôs o prego. Meu irmãozinho quando procurou a chave e não achou, porque desta vez eu não escondi ela próximo do quarto,levei comigo, ele quiz da uma de 007 e abrir a porta com o prego, acabou que eu fiquei com uma porta e um prego na maçaneta. Eu pensei que fosse outra coisa, pois desde meu aniverdario coisas estranhas andam acontecendo, por exemplo, na noite depois do meu aniversario fui abrir a porta do quarto, a chave não estava lá, procurei, procurei, quando mi virei pra porta não é que a chave tava lá. E antes eu tinha até olhado através do buraco e a chave não estava lá. Teve outra vez que eu estava assistindo tv e comendo bolacha no quarto dos meus pais e, do nada, não sei de onde saiu, uma pipoca caiu no meu colo XD. Que casa estranha... Depois que eu entrei no quarto liguei a tv e o cara disse: Monk um detetive diferente. Um de meus sériados favoritos tinha acabado de começar. Isso não é estranho? E no mesmo dia eu assisti 23 com Jim Carry, mas isso não tem muita ligação ¬¬ Haverá, por hipótese, nas geenas --Augusto dos Anjos Aê pessoal tô fazendo esse blog pra escrever sobre minha vida Comentem bjs. Bay-bay.
- Postado por: Renata-Isabel às 22:23
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Magic of School. Trecho:
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- Postado por: Renata-Isabel às 20:49
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Estranho ñ?...
- Postado por: Renata-Isabel às 09:35
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Trevas
Luz bastante fulmínea que transforme
Dentro da noite cavernosa e enorme
Minhas trevas anímicas serenas?!
Raio horrendo haverá que as rasgue apenas?!
Não! Porque, na abismal substância informe,
Para convulsionar a alma que dorme
Todas as tempestades são pequenas!
Há de a Terra vibrar na ardência infinda
Do éter em branca luz transubstanciado,
Rotos os nimbos maus que a obstruem a esmo...
A própria Esfinge há de falar-vos ainda
E eu, somente eu, hei de ficar trancado
Na noite aterradora de mim mesmo!
- Postado por: Renata-Isabel às 22:29
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Meu blog
, quando tiver algo pra escrever é claro, já que na nossa vidinha monótona não acontece nada mesmo
. Mas mesmo assim vou escrever todas as novidades e aqui vocês vão saber detalhes da vida de uma futura escritora e também vão saber sobre minha primeira obra que está quase concluida. Brevemente, se Deus quiser, vocês vão ver nas livrarias.
- Postado por: Renata-Isabel às 21:24
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